Redação 4
A realidade de muitos países é diferente da realidade daqueles países que forjaram o estatuto. Países emergentes vivem sob jugo de economias do primeiro mundo. Essa interdependência diminui o preço da mão-de-obra nesses países. Consequentemente o desenvolvimento humano é baixo. Culturas milenares não abandonam antigos comportamentos prejudiciais, como diminuição dos direitos das mulheres, pena de morte para Adultério, intolerância religiosa e etc.
Por mais que a humanidade tenha evoluído, especialmente no século 20, partes do mundo permanecem estagnados, presas ao passado, culturalmente, juridicamente e tecnologicamente. O baixo desenvolvimento humano dessas regiões está intrinsecamente ligado à seus parcos sistemas educacionais. Educação dá perspectiva de crescimento, sem perspectiva o máximo que um habitante dessa região pode almejar é o que ele vê em sua volta.
Quando alguém adquire um mínimo de dignidade, o mundo a sua volta se transforma, seus horizontes se expandem. A dignidade é se sentir vivo, importante, parte de algo. A dignidade é o poder de transformar a sua realidade. Para isso, é preciso que todos se sintam dignos, é preciso que todos tenham oportunidades, é preciso que todos tenham condições mínimas de conforto, condições mínimas de segurança, condições mínimas de educação. Portanto, a comunidade internacional precisa ir além de um texto escrito numa folha de papel. É preciso forjar alianças globais, com o intuito de levar educação às áreas mais necessárias. É preciso pressionar países inconsequentes a cumprir as demandas dos direitos humanos. É preciso ação e, sobretudo, solidariedade.

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