REDAÇÃO 5
Obesidade Infantil
A obesidade infantil configura-se como um dos casos de epidemias mundiais. Crianças em plena formação tem seu desenvolvimento comprometido devido a complicações do quadro.
Segundo a OMS, a obesidade infantil configura status de pandemia. Até 2020, estima-se que 75 milhões de crianças estarão obesidade avançada no mundo. Esses dados são preocupantes, pois crianças obesas têm altas chances de virem a se tornar adultos obesos, fora as doenças que decorrem desse quadro, como hipertensão, doenças cardiovasculares e diabetes.
Por ser um quadro com consequências a longo prazo, a obesidade infantil é constantemente negligenciada pelas famílias e pelo governo. Acredita-se que uma criança obesa emagrecerá durante a puberdade, embora isso não seja uma verdade absoluta. A obesidade interfere no crescimento da criança e causa desequilíbrio nas taxas de proteínas e vitaminas que o corpo dela necessita.
Um grande fator responsável pelo aumento da doença no mundo é a globalização. Com esse fluxo rápido de informações e intercâmbio de culturas, o estilo de vida das famílias acabou sendo impactado. A cultura da alimentação rápida e pouco saudável, através das redes de fast-food, ganha mais espaço no cotidiano das sociedades. Crianças passam horas na frente de smartphones e
computadores e fazem pouca atividade física.
Assim sendo, foi necessário a criação de uma data para o combate à obesidade infantil, no dia 11 de outubro é promovida a importância do combate à doença. Ações como essa, aliadas com a divulgação da Imprensa e demais meios de comunicação, chamam a atenção da população para importância do combate e prevenção da doença.
A melhor arma contra obesidade infantil é a prevenção. A correta educação alimentar começa em casa. Bem como o estímulo a atividades físicas. O diálogo com as crianças se faz necessário, para que entendam a importância da comida saudável e das atividades físicas. Assim, as estimativas para 2020 não se concretizam. As famílias sempre serão as maiores aliadas nessa luta.
Segundo a OMS, a obesidade infantil configura status de pandemia. Até 2020, estima-se que 75 milhões de crianças estarão obesidade avançada no mundo. Esses dados são preocupantes, pois crianças obesas têm altas chances de virem a se tornar adultos obesos, fora as doenças que decorrem desse quadro, como hipertensão, doenças cardiovasculares e diabetes.
Por ser um quadro com consequências a longo prazo, a obesidade infantil é constantemente negligenciada pelas famílias e pelo governo. Acredita-se que uma criança obesa emagrecerá durante a puberdade, embora isso não seja uma verdade absoluta. A obesidade interfere no crescimento da criança e causa desequilíbrio nas taxas de proteínas e vitaminas que o corpo dela necessita.
Um grande fator responsável pelo aumento da doença no mundo é a globalização. Com esse fluxo rápido de informações e intercâmbio de culturas, o estilo de vida das famílias acabou sendo impactado. A cultura da alimentação rápida e pouco saudável, através das redes de fast-food, ganha mais espaço no cotidiano das sociedades. Crianças passam horas na frente de smartphones e
computadores e fazem pouca atividade física.
Assim sendo, foi necessário a criação de uma data para o combate à obesidade infantil, no dia 11 de outubro é promovida a importância do combate à doença. Ações como essa, aliadas com a divulgação da Imprensa e demais meios de comunicação, chamam a atenção da população para importância do combate e prevenção da doença.
A melhor arma contra obesidade infantil é a prevenção. A correta educação alimentar começa em casa. Bem como o estímulo a atividades físicas. O diálogo com as crianças se faz necessário, para que entendam a importância da comida saudável e das atividades físicas. Assim, as estimativas para 2020 não se concretizam. As famílias sempre serão as maiores aliadas nessa luta.

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